sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Que venha 2012
Eu penso que ano novo é só uma data no calendário. Alguém disse que o tempo foi dividido em fatias. É isso. Dia 01.01.2012 começou uma nova fatia. Mas continua tudo igual. A gente tem que trabalhar, comer, dormir, incomodar-se, engolir sapos, chatear os outros, pagar contas, tomar remédios, ir ao médico, à reunião do condomínio (argh). Gostei do que escreveu a Martha Medeiros: "....não vou planejar nada e aguardar as decisões que 2012 tomará por mim. Mas dou algumas sugestões: ...que as coisas mudem mas não alterem meu espírito. Que eu não me torne ranzinza (mais que já sou, eu mesma, a Rosa Gans), nem mal humorada nem desconfiada, nem intolerante, nem orgulhosa. Que eu me mantenha aberta, leve e consciente de que tudo é provisório. Quero tudo de menos: menos preocupações, menos culpa, menos racionalismo, menos consumismo...." E acrescento: que eu possa ser paciente comigo e com os outros. Que eu tolere, perdoe e não me queixe tanto. Que eu agradeça mais. Que eu sorria muito. Que eu procure ter sempre uma palavrinha para ajudar os outros. E como a gente deve desejar aos outros o que quer para si, isso é que desejo a todos os meus amigos e conhecidos e visitantes. E aos meus outros amigos tb. Um abraço
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Voltando........
Vejam só, procurando na internet provas para os estudos de meu marido, encontrei este poema. Gosto deste linguajar estranho, destas palavras desconhecidas, da rima cadenciada. Perdoem-me os que sabem mais que eu se estiver falando bobagem. Ah, mas sei de fonte segura que é barroco. Gostei mais ainda. E vejam só, é perfeitamente atual!
Fiquei longe por motivos de uma longa e querida visita, depois por uma doença desagradável. Estou voltando.
Fiquei longe por motivos de uma longa e querida visita, depois por uma doença desagradável. Estou voltando.
As Cousas do Mundo
Neste mundo é mais rico o que mais rapa:
Quem mais limpo se faz, tem mais carepa;
Com sua língua, ao nobre o vil decepa:
O velhaco maior sempre tem capa.
Mostra o patife da nobreza o mapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.
A flor baixa se inculca por tulipa;
Bengala hoje na mão, ontem garlopa,
Mais isento se mostra o que mais chupa.
Para a tropa do trapo vazo a tripa
E mais não igo, porque a Musa topa
Em apa, epa, ipa, opa, upa.
Gregório de Matos - vulgo Boca do Inferno
Quem mais limpo se faz, tem mais carepa;
Com sua língua, ao nobre o vil decepa:
O velhaco maior sempre tem capa.
Mostra o patife da nobreza o mapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.
A flor baixa se inculca por tulipa;
Bengala hoje na mão, ontem garlopa,
Mais isento se mostra o que mais chupa.
Para a tropa do trapo vazo a tripa
E mais não igo, porque a Musa topa
Em apa, epa, ipa, opa, upa.
Gregório de Matos - vulgo Boca do Inferno
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Da série "Aumigos da praça" III
Arthur e Mariah, são os filhotes da Fernanda, do blog Tapera Urbana. Esses bebês são uma graça, fazem tudo por uma bolinha. Beijocas pra vocês meus amores.
domingo, 14 de agosto de 2011
Dia dos Pais
Pai, em um dia desses em que a memória alcança, te ouvi cantando músicas de ninar, a embalar meus sonhos de criança, doces sonhos que nunca hão de voltar. (Maria Nicácia)
Aumigos da praça II
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Da série "amiguinhos da praça" I
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